Postagens populares

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Um pensamento ético referente a "Social Network".

Tive o prazer de assitir em primeira mão o badalado filme "A Rede Social" (original inglês: "Social Network"), confesso que fiquei fascinado desde a confirmação da produção do filme, ainda mais que o diretor é o David Fincher (do clássico cult "Clube da Luta"), a história impressionante de um jovem gênio enche os olhos de todo o mundo principalmente nós que somos apreciadores da programação de computadores.


A história começa com o jovem gênio Mark Zuckerberg (Interpretado pelo surpreendente Jesse Eisenberg)ainda em Harvard colocando em prática seus vastos conhecimentos em informática, de começo o filme molda Zuckerberg como um jovem extremamente tímido e de lingua afiada que ignora à primeira vista aqueles que julga de inteligência inferior. É claro que não poderia deixar de citar as certas semelhanças com os Geeks ou Nerds da atualidade, que são sujeitos cada vez mais introvertidos e de relacionamento social nulo, porém isto não vem ao caso neste texto, o bacana no filme é que podemos acompanhar os diálogos difíceis de Zuckerberg referente á programação PHP(de difícil entendimento para leigos)e claro á invasão de Servidores de Harvard onde ele cria aquele que seria o pai do "Facebook", o chamado "Facemash", a ídeia á princípio era ridicularizar uma ex-namorada de Mark perante ao alunos de Harvard, porém o site faz tanto sucesso que Mark ganha certa fama entre os ditos populares da nata intelectual americana. A partir daí um turbilhão de ações(ilegais ou não) e emoções o torna o mais jovem bilionário da história.


O único defeito que eu vi no filme foi a tentaiva de David Fincher de passar uma imagem de um Mark Zuckerberg anti-herói e de caráter duvidoso, ta certo que o cara traiu o Eduardo Saverim(Programador Brasileiro vivido pelo novo Homem-Aranha Andrew Garfield), mais na história da computação muitos foram os astutos e oportunistas (Vide Bill Gates, Steve Jobs, Biz Stone) que se utilizaram de suas idéias ou das idéias de terceiros para revolucionar a comunicação e interatividade Homem-Máquina. Então que não crucifiquem Mark pela sua visão de negócio, além do mais o Eduardo Saverim ganhou na justiça o direito á 5% das ações do império do Facebook.


Acredito que o filme mostrou com brilhante sutileza o que ocorre por trás das mentes criadoras e revolucionárias do mundo da computação.